Formação artístico-cultural
Trabalhamos na fronteira entre arte e ancestralidade, usando o corpo como ferramenta de investigação das memórias que moldam o Pirambu. Nossa metodologia única combina oficinas de movimento que decifram a linguagem dos corpos periféricos; Imersões no acervo vivo do Centro Popular de Documentação do Pirambu (CPDOC); Cartografias afetivas que mapeiam histórias pessoais e coletivas do território.
Pirambu é arquivo vivo, mergulhamos nas memórias e histórias do nosso território e reverberamos o corpo como território político e espaço de ocupação e reafirmação. Através da memória e ancestralidade, revelamos a conexão entre nossos movimentos e a identidade coletiva, transformando o apagamento em arte insurgente. Em parceria com o Centro Popular de Documentação do Pirambu (CPDOC), resgatamos fotografias, depoimentos e registros das resistências cotidianas que moldaram nosso bairro. Cada gesto criado em cena carrega, as pisadas das marchas que conquistaram direitos; a cadência dos terreiros e batuques que ecoam há gerações; a geometria das lutas e os corpos que ocuparam as praças e vielas para escrever outra história.
Somos herdeiros de uma história que tentaram apagar, nosso movimento carrega as lideranças comunitárias que construíram o Pirambu com as mãos. Nossa dança conta a verdade enquanto criminalizam nossos corpos. Nosso corpo periférico é um território político e nossa arte é potência contra o nosso apagamento.
Sobre
Balé Jovem do Pirambu
Fundado em 2015 pela arte-educadora Ray Nunes, jovem negra e periférica que transformou sua própria trajetória em instrumento de mudança, o Balé Jovem do Pirambu é um coletivo que transforma vidas através da dança, reunindo jovens entre 15 e 29 anos da periferia do Pirambu e regiões vizinhas. Mais do que um grupo artístico, somos um movimento que combate desigualdades e constrói futuros. Nossa missão vai além dos palcos, Capacitamos jovens artistas da periferia, oferecendo formação técnica em dança e ferramentas para expressão criativa; Democratizamos o acesso à arte, levando espetáculos e oficinas para territórios onde a cultura muitas vezes é negada; Resgatamos a memória e o orgulho periférico, celebrando nossas raízes e histórias através da linguagem universal do corpo; Lutamos por direitos fundamentais, com foco na equidade para jovens mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. Através da arte, resistimos cotidianamente, reafirmando com cada movimento nosso direito sagrado de existir e ocupar.

Alunos
Depoimentos
Descubra o que nossos alunos têm a dizer sobre a experiência de dançar conosco.

Francisco de Oliveira
´´O espetáculo, Para onde o vento sopra importa, sim, pois carrega em suas correntes o sopro da nossa própria história. Estudar esses caminhos é mergulhar no que nos pertence - nossas raízes, nossas lutas, nossa voz. Mas é também no presente que plantamos as sementes do futuro que queremos contar.´´
Nossa
Galeria



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